Lembrando que sou uma pessoa com formação em moda, mas que (e até por isso) sempre enxerguei fontes de referência para o trabalho em tudo que vejo, hoje tento me acostumar e perceber como tudo pode ser mídia!
Logo quando entrei na agência, vi uma ação que me deixou maravilhada e, por um bom tempo, todos os dias eu acordava e pensava: Preciso ter uma idéia tão genial quanto a da (Y&R Bangkok para) Colgate!
É uma idéia tão simples, que chega a dar raiva! Depois, com um pouquinho de tempo percebi que também tenho idéias das quais me orgulho (simples - não sou muito fã de coisas mirabolantes - , efetivas e das quais os clientes gostam!), ou melhor, agora posso dizê-las e existe alguém pra me escutar porque estou cercada de pessoas que dão valor às idéias e não têm medo de pensar um passo à frente, e isso faz toda a diferença!
Tenho visto por aí algumas coisas que me soam muito como cópia (sempre tem! tudo bem, algumas vezes são somente similaridades, frutos de linhas de raciocínio parecidas, vá lá...), mas hoje me peguei pensando no valor das idéias.
Qual deve ser o preço pago a uma delas? Uma vez propagadas, elas têm dono? Qual é o limite para que a inspiração não vire imitação? Como uma pessoa pode dormir sabendo que se apropriou da vivência de alguém? (tudo bem, tem gente que dorme sabendo que fez coisas muito piores...)
Isso tudo foi só pra dizer que prezo pela menção das fontes de referência... não tenho vergonha de dizer que o trabalho de outra pessoa/agência me inspira e me instiga a fazer coisas melhores. Prefiro a verdade e continuo me indignando com pequenos fatos cotidianos, essa sou eu...
É uma idéia tão simples, que chega a dar raiva! Depois, com um pouquinho de tempo percebi que também tenho idéias das quais me orgulho (simples - não sou muito fã de coisas mirabolantes - , efetivas e das quais os clientes gostam!), ou melhor, agora posso dizê-las e existe alguém pra me escutar porque estou cercada de pessoas que dão valor às idéias e não têm medo de pensar um passo à frente, e isso faz toda a diferença!
Tenho visto por aí algumas coisas que me soam muito como cópia (sempre tem! tudo bem, algumas vezes são somente similaridades, frutos de linhas de raciocínio parecidas, vá lá...), mas hoje me peguei pensando no valor das idéias.
Qual deve ser o preço pago a uma delas? Uma vez propagadas, elas têm dono? Qual é o limite para que a inspiração não vire imitação? Como uma pessoa pode dormir sabendo que se apropriou da vivência de alguém? (tudo bem, tem gente que dorme sabendo que fez coisas muito piores...)
Isso tudo foi só pra dizer que prezo pela menção das fontes de referência... não tenho vergonha de dizer que o trabalho de outra pessoa/agência me inspira e me instiga a fazer coisas melhores. Prefiro a verdade e continuo me indignando com pequenos fatos cotidianos, essa sou eu...
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